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domingo, 7 de dezembro de 2014

Série livros sobre a Amazônia - A FARSA IANOMÂMI - Carlos Alberto Lima Menna Barreto


Carlos Alberto Lima Menna Barreto. A farsa Ianomâmi. Biblioteca do Exército. 1995. 218 p. (Coleção General Benício, v. 309). ISBN 8570112033. 





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A polemica da reserva Ianomami 


(Fonte: http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com.br/2012/10/a-mentira-ianomami-uma-santa-catarina.html)

Delmiro Gouveia


Orlando Villas-Boas (em 1993!!) já alertava sobre a mentira dos “Alma-Pura”


A quem realmente interessa? – Uma etnia que nunca existiu e foi inventada pela ong suíça Christian Church World Council, com o objetivo de se criar uma grande reserva na fronteira brasileira, onde as enormes jazidas de nióbio, urânio e outros metais radioativos ficassem resguardadas da exploração pelo Brasil, mas não pelos países da Europa futuramente.Vejam a declaração dessa mesma ong na época (1973), no texto integral do item I, das Diretrizes da organização referentes ao Brasil, em seu estatuto: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”. Menna Barreto, Orlando Villas-Boas e outras fontes fidedignas, especializadas em antropologia indígena ao longo de décadas, afirmam em estudos detalhados que nunca existiu a etnia ianomâmi, sendo ela pertencente ao mesmo tronco racial dos aruaques e tucanos. Mas, coube a uma jornalista romena na época, Claudia Andujar, da mesma ONG suíça, mencionar pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela própria denominado “IANOMÂMI”, palavra que simplesmente quer dizer “ser humano”, usada comumente por todos os indígenas localizados em prolongada faixa vizinha à fronteira com a Venezuela. Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo nunca existiu separadamente dos demais, e não existe de fato, senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil, externos e internos, como no ato abaixo:Sob pressão internacional, o presidente Fernando Collor homologa, em 15 de novembro 1991, uma área de 94 mil km² (praticamente a área de Santa Catarina – 95,4 mil km²) para 5.000 índios. Curiosamente, esta ampliação permitiu que as grandes reservas de minerais nobres (ouro, estanho, nióbio e minerais radioativos) detectados pelo Radam-Brasil ficassem dentro da reserva. Que foi depois ampliada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso. Vejam a impressionante profecia póstuma de Orlando-Villas Boas sobre a farsa ianomâmi no Depoimento de Orlando Villas Boas sobre os Ianomamis(http://br.youtube.com/watch?v=VfBco9DOItw)As Forças Armadas brasileiras foram ardilosamente alijadas dos governos FHC e Lula em suas decisões, e sabe-se que esse foi um requisito básico exigido pelos países do G-8 para o apoio a esses governos.++++++++++++++

A farsa ianomâmi e a cobiça internacional sobre a Amazônia

farsaianoFonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13517-a-farsa-ianomami-e-a-cobica-internacional-sobre-a-amazonia.html


A jornalista que inventou os “ianomâmis” não agiu por conta própria, mas influenciada pela organização denominada Conselho Mundial de Igrejas, com sede na Suíça.

Nos tempos da infância e da adolescência que passei em Manaus, minha cidade natal, nunca ouvi a mais leve referência ao grupamento indígena denominado “ianomâmi”, nem mesmo nas excursões que fiz ao território, acompanhando o meu avô materno, botânico de formação, na sua incessante busca por novas espécies de orquídeas. Tinha eu absoluta convicção sobre a inexistência desse grupo indígena, principalmente depois que aprendi que a palavra “ianomâmi” era um nome genérico aplicado ao “ser humano”.
Recentemente, caiu-me nas mãos o livro “A Farsa Ianomâmi”, escrito por um oficial de Exército brasileiro, de família ilustre, o coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto; credenciava o autor do livro a experiência adquirida em duas passagens demoradas por Roraima, a primeira, entre 69 e 71, como comandante da Fronteira de Roraima/ 2º Batalhão Especial de Fronteira, a segunda, quatorze anos depois, como secretário de Segurança do antigo Território Federal.
Menna Barreto procurou provar que os “ianomâmis” haviam sido criados por estrangeiros, com o intuito claro de configurar a existência de uma “nação” indígena espalhada ao longo da fronteira com a Venezuela. Para tanto citou trechos de obras publicadas por cientistas estrangeiros que pesquisaram a região na década iniciada em 1910, notadamente o alemão Theodor Koch-Grünberg, autor do livro “Von Roraima zum Orinoco, reisen in Nord Brazilien und Venezuela in den jahren 1911-1913”.
Embora convencido pelos argumentos apresentados no livro, ainda assim continuei minha busca atrás de uma personalidade brasileira que tivesse cruzado a região, em missão oficial do nosso governo, e que tivesse deixado documentos arquivados na repartição pública de origem. Aí, então, não haveria mais motivo para dúvidas.
Definido o que deveria procurar, foi muito fácil selecionar o nome de um dos “Gigantes da Nacionalidade”, embora pouco conhecido pelos compatriotas de curta memória: o almirante Braz Dias de Aguiar, o “Bandeirante das Fronteiras Remotas”
Braz de Aguiar, falecido em 17 de setembro de 1947, ainda no cargo de “Chefe da Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão”, prestou serviços relevantes ao país durante 40 anos corridos, sendo que destes, 30 anos dedicados à Amazônia, por ele demarcada por inteiro.
Se, nos dias correntes, o Brasil já solucionou todas as pendências que recaíam sobre os 10.948 quilômetros que separam a nossa maior região natural dos países vizinhos, tudo se deve ao trabalho incansável e competente de Braz de Aguiar, pois de suas observações astronômicas e da precisão dos seus cálculos resultaram mais de 500 pontos astronômicos que definem, juntamente com acidentes naturais, essa longa divisória.
Todas as campanhas de Braz de Aguiar foram registradas em detalhados relatórios despachados para o Ministério das Relações Exteriores, a quem a Comissão Demarcadora era subordinada.
Além desses relatórios específicos, Braz de Aguiar ainda fez publicar trabalhos detalhados sobre determinadas áreas, que muito contribuíram para desvendar os segredos da Amazônia.
Um desses trabalhos denominado “O Vale Do Rio Negro”, classificado pelo Chefe da “Comissão Demarcadora de Limites – Primeira Divisão” como um subsídio para “a geografia física e humana da Amazônia”, foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores no mês de janeiro de 1944, trazendo no seu bojo a resposta definitiva à indagação “Ianomâmi! Quem?
No tocante às tribos indígenas do Vale do Rio Negro, incluindo as do tributário Rio Branco, afirma o trabalho que “são todas pertencentes às famílias Aruaque e Caribe, sem aludir à existência de alguns povos cujas línguas se diferenciam profundamente das faladas pelas duas coletividades citadas”. Prossegue o autor: “Tais povos formam as chamadas tribos independentes, que devem ser consideradas como restos de antigas populações cuja liberdade foi grandemente prejudicada pela ação opressora de vizinhos poderosos”. Também os índios “tucanos” constituem uma família a parte, complementa o trabalho.
Dito isto, a obra cita os nomes e as localizações das tribos aruaques no Vale do Rio Negro, em número de treze, sem que da relação conste a pretensa tribo “ianomâmi”.
Em seguida, foram listadas as tribos caribes, bem como a sua localização: ao todo são sete as tribos, também ausente da relação o nome “ianomâmi”. Dentre as chamadas tribos independentes do Rio Negro, em número de cinco, também não aparece qualquer citação aos “ianomâmis”.
Para completar o quadro, a obra elaborada por Braz de Aguiar ainda faz menção especial ao grupo “tucano”, pelo simples fato de compreender quinze famílias, divididas em três ramos: o oriental, que abrange as bacias dos rios Uaupés e Curicuriari; a ocidental, ocupando as bacias do Napo, Putumaio e alto Caquetá, e o setentrional, localizado nas nascentes do rio Mamacaua. Os “ianomâmis” também não apareceram entre os “tucanos”.
Para completar a listagem dos povos da bacia do Rio Negro, a obra ainda faz menção a uma publicação de 1926, composta pelas “Missões Indígenas Salesianas Do Amazonas”, que descreve todas as tribos da bacia do Rio Negro sem mencionar a existência dos “ianomâmis”.
Assim sendo, pode-se afirmar, sem medo de errar, que esse povo “não existiu e não existe” senão nas mentes ardilosas dos inimigos do Brasil.
Menna Barreto e outras fontes fidedignas afirmam que coube a uma jornalista romena, Claudia Andujar, mencionar, pela primeira vez, em 1973, a existência do grupo indígena por ela denominado “ianomâmi”, localizado em prolongada faixa vizinha à fronteira com a Venezuela.
Interessante ressaltar que a jornalista que inventou os “ianomâmis” não agiu por conta própria, mas influenciada pela organização denominada “Christian Church World Council” (Conselho Mundial de Igrejas) sediada na Suíça, que, por seu turno, é dirigida por um Conselho Coordenador instruído por seis entidades internacionais: “Comitê International de la Defense de l´Amazon”; “Inter-American Indian Institute”; “The International Ethnical Survival”; “The International Cultural Survival”; “Workgroup for Indigenous Affairs” e “The Berna-Geneve Ethnical Institute”.
Releva, ainda, destacar o texto integral do item I, das “Diretrizes” da organização referentes ao Brasil: “É nosso dever garantir a preservação do território da Amazônia e de seus habitantes aborígines, para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”.
Ficam assim bem caracterizadas as intenções colonialistas dos membros do Conselho Mundial de Igrejas, ao incentivarem a invenção dos ianomâmis e a sua localização ao longo da faixa de fronteiras.
Trata-se de iniciativa de fé púnica a artificiosa invenção de um grupo étnico para permitir que estrangeiros venham a se apropriar de vasta região do Escudo das Guianas, pertencente ao Brasil e, provavelmente, rica em minérios. O ato se reveste de ilegitimidade passiva e de impossibilidade jurídica. Sendo, pois, um ato criminoso, a criação de “Reserva Ianomâmi” deve ser anulada e, em seguida, novo estudo da área deverá ser conduzido para o possível estabelecimento de novas reservas, agora descontínuas, para abrigar os grupos indígenas instalados na mesma zona, todos eles afastados entre si, por força do tradicional estado de beligerância entre os grupos étnicos aruaques e caribes.
Outras providências legais devem ser adotadas, todavia, para enquadrar os “zelosos” funcionários da Funai que se deixaram enganar e os “competentes” servidores do Ministério da Justiça que induziram o ministro da pasta e o próprio Presidente da República a aprovarem a decretação de reserva para um grupo indígena inexistente.
Sobre estes últimos poderia ser aplicada a “Lei de Segurança Nacional”, artigos 9 e 11, por terem eles contribuído para um futuro seccionamento do território nacional e um possível desmembramento do mesmo para entrega a outro ou outros Estados.

Publicado na Tribuna da Imprensa.
Roberto Gama e Silva é almirante reformado.
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Guarde bem este nome: Cué-Cué Marabitanas. Logo irá aparecer nos noticiários.
O livro A Farsa Ianomâmi, escrito pelo coronel do Exército Carlos Alberto Lima Menna Barreto (*), põe a nu, ao provar com inúmeros documentos, a farsa do século passado, que foi a criação da Terra Indígena Ianomâmi (TI Ianomâmi). Na verdade, o blefe monumental foi arquitetado por uma fotógrafa belga, Cláudia Andujar, que reuniu algumas tribos, que não tinham nenhuma relação entre si, e criou a "nação imemorial dos ianomâmis", com o total apoio dos caciques brancos de Brasília.
O livro de Menna Barreto tem a apresentação feita pelo general-de-divisão Carlos de Meira Mattos, que assim inicia seu escrito:

"A questão ianomâmi, como é apresentada pelos interesses alienígenas, clama contra a lógica e o bom senso. Como reivindicar o controle político de um território brasileiro da extensão de 94.1991 km2 (semelhante à área de Santa Catarina e três vezes a superfície da Bélgica), para uma tribo que o habita, de 5.000 índios, no máximo, e que vive, até hoje, no mais baixo estágio da ignorância e primitivismo? Estes próprios índios ignoram as reivindicações que são feitas em seu nome, por organizações internacionais mascaradas com intenções científicas (ecologia, ambientalismo, antropologia) e que fazem uma pressão crescente no sentido de entregar a soberania dessa área aos seus habitantes" (pg. 11).

Em 1973, em noticiário bombástico, Cláudia Andujar se referiu pela primeira vez aos índios ianomâmis, os quais, no entanto, nunca haviam sido identificados pelos exploradores que passaram pela região. E olha que foram muitos, tanto do Brasil, quanto do exterior. No capítulo 3, A Ianomamização dos Índios, diz Menna Barreto: "Manoel da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues Ferreira, os irmãos Richard e Robert Schomburgk, Philip von Martius, Alexander von Humboldt, João Barbosa Rodrigues, Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques Ourique, Cândido Rondon e milhares de exploradores anônimos cruzaram, antes disso, os vales do Uraricoera e do Orenoco, jamais identificaram quaisquer índios com esse nome" (pg. 29). Com a autoridade de quem foi o primeiro comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e do Comando de Fronteira de Roraima, diz Menna Barreto: "É preciso ficar claro antes de tudo que os índios supostamente encontrados por Cláudio Andujar são os mesmos de quando estive lá, em 1969, 1970 e 1971. (...) eles continuam a ser os xirianás, os uaicás, os macus e os maiongongues de sempre, ficando essa história de 'ianomâmis' só para brasileiros e venezuelanos" (pg. 33).

Em 1985, quando Menna Barreto era Secretário de Segurança de Roraima, a população de Boa Vista ficou admirada com tantos aviões da FAB fazendo evoluções nos céus: dois aviões de transporte Búfalo, uma esquadrilha de jatos e alguns helicópteros. As aeronaves não eram para compor a Base Aérea de Boa Vista, recém-inaugurada. Eram para transportar agentes federais, que desceram no Garimpo de Santa Rosa, para aplicar castigos aos trabalhadores, como escreveu Menna Barreto: "Após retirarem as pessoas de suas choupanas ao lado da pista, as teriam obrigado a se despirem, submetendo-as a vexames, ofensas e agressões, enquanto outras equipes procediam à destruição dos equipamentos e mantimentos existentes nas imediações" (Pg. 59 e 60). Menna Barreto soube, por integrantes da FAB, que a ordem de Brasília era, em um prazo de 4 semanas, "esvaziar os garimpos a oeste dos 62º e as áreas reivindicadas por macuxis, ingaricós e taulipangues nos Rios Suapi, Quinô, Cotingo e Maú, na região montanhosa, ao norte do Território" (pg. 60). Finaliza Menna Barreto seu capítulo 7, A Vingança da Gringa"Tempos depois - por informações vazadas da FUNAI - soube-se que a autoridade misteriosa não era outra senão a belga Cláudia Andujar. Com singular prestígio nas altas rodas de Brasília, intimidou órgãos do Governo com um protesto pela existência de brasileiros a oeste do meridiano 62º, no Garimpo Santa Rosa. A solução encontrada foi desencadear uma operação secreta de espancamento de garimpeiros, de modo a contentá-la, sem que mais ninguém neste país ficasse sabendo..." (pg. 62 e 63)

Raposa Serra do Sol teve sua origem em blefe semelhante à geração espontânea dos ianomâmis. Diz Menna Barreto: "E muito menos se pode chamar de ideal a conspiração criminosa de alguns 'padres' com os índios transviados, para arrancar outro pedaço de Roraima, com a criação pretendida da reserva indígena Raposa - Serra do Sol, em uma parte do estado povoada, há dois séculos, por brasileiros" (pg. 155).
rio-negro
Não se pode esquecer o modus operandi desses patifes, muitos travestidos de padres e pastores evangélicos. Diz Menna Barreto: "Agem pela violência, seguindo a conhecida receita da guerrilha: intimidar para subjugar. E nem sabem mais por quê. O terrorismo, a violência deixou de ser o processo para ser o objetivo. E violência não pode ser ideal de ninguém. Bandido não pode ser herói. Bandido é bandido mesmo" (pg. 155).

Depois das Nações Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, vem aí uma nova nação, que está sendo engendrada pelos morubixabas da Funai, pelo CIMI e por sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo, para arrancar mais um naco do mapa do Brasil: a Nação Cué-Cué Marabitanas.
Guarde bem este nome: Cué-Cué Marabitanas. Logo irá aparecer nos noticiários. No momento é a TI Cué-Cué Marabitanas, que, juntamente com outras TI, existe apenas nos mapas da FUNAI, do CIMI e das ONGs. Fica no Estado do Amazonas, município de São Gabriel da Cachoeira e tinha 1.645 indígenas, em 1996, segundo fonte do Instituo Socioambiental (ISA). Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira. Esta TI dos cués fica entre a TI Balaio, a leste (que faz fronteira com a TI Ianomâmi), a TI Alto Rio Negro, a oeste, a TI Médio Rio Negro I, ao sul, e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I - depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas - existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios! Convém lembrar que no Amazonas existe, ainda, a TI Rio Cuieras, na região de Manaus e Nova Airrão.

A Portaria da FUNAI nº 1.131, de 23 de novembro de 2007 (Cfr. http://ccr6.pgr.mpf.gov.br/atuacao-do-mpf/portarias/docs_portarias/portaria_funai_1131.pdf), publicada no Diário Oficial da União nº 229, de 29 de novembro de 2007, define o Grupo Técnico para realizar a delimitação da TI Cué-Cué Marabitanas, constituído também - vejam só! - por "lideranças indígenas" e integrantes da ONG Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). O Exército, que durante séculos ocupou e preservou a Amazônia para o Brasil, mais uma vez não foi chamado para opinar sobre o assunto.

Pesquisando na Internet, descobri algo espantoso, que não vem sendo divulgado pela mídia, para que os vendilhões de nossa Pátria possam trabalhar mais à vontade. No Blog do antropólogo e ex-presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes (http://merciogomes.blogspot.com/2007/10/iluso-messinica.html), lê- o seguinte:

"...A ilusão messiânica também tem configurações laicas. Veja, por exemplo, a proposta do ISA de forçar a Funai a demarcar a Terra Indígena Cue Cue Marabitanas em tal dimensão que junte em uma única área as terras indígenas Yanomami (9,9 milhões de hectares) e Alto Rio Negro (10,5 milhões de hectares), as quais, junto com a demarcação de mais duas terras contíguas ao Sul, totalizariam cerca de 23 milhões de hectares e fechariam uma fronteira contínua de 2.500 km com a Venezuela e a Colômbia".
colombia-venezuela-amazonia
O que se pode depreender das investidas do ISA, com pleno apoio da Funai e do CIMI, e de milhares de ONGs, tanto nacionais quanto estrangeiras, o problema indígena no norte de Roraima e Amazonas é muito mais grave do que imaginávamos, depois que foram criadas e homologadas pelo Governo Federal as TI Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Ou seja, o movimento indigenista, de caráter entreguista (entre os brasileiros que apóiam tal patifaria) e de propósito gatuneiro(entre os espertalhões estrangeiros, que querem preservar para si, no futuro, a colossal riqueza do subsolo, de minerais raros), quer transformar uma área igual a três vezes o solo de Portugal em uma mega nação indígena, ao unir ''nações indígenas" de Roraima à Vila Bitencourt, AM, passando pela Cabeça do Cachorro, em um arco de 3.000 km de extensão - com a agravante de fazer fronteira com tropas das FARC escondidas nas florestas colombianas. Existe pressão de expandir ainda mais esse imenso território amazônico, se o avanço indigenista se estender também ao Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Sem falar que a TI Raposa Serra do Sol, que também faz divisa com a Venezuela, ao norte, e a Guiana, a leste, tem uma área superior a 1,7 milhão de hectares.

Espertamente, brasileiros apátridas, sob as ordens de ONG estrangeiras, pretendem que o Governo Federal primeiro homologue a TI dos cués, um território menor, para então darem o golpe final, monumental, definitivo, que é a criação e homologação da TI Alto Rio Negro, que tem uma área superior ao território ianomâmi. Com isso, terão conseguido o diabólico intento, que irá mais do que triplicar as terras contínuas dos territórios indígenas junto à fronteira com a Venezuela e a Colômbia, para mais fácil criar uma gigantesca e riquíssima Nação Indígena.

E por que aquela enorme região foi escolhida para comportar tão poucos índios? Uma visita ao endereço do site de Rebecca Santoro (Imortais Guerreiros) nos dá uma valiosa e decisiva pista, em seu texto "O misterioso, rico e estratégico corredor que passa por Roraima"  (Cfr.http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#255844686): a riqueza de sua bacia sedimentar.

O que se pode prever é que, em futuro não muito distante, será criada a Grande Nação Ianomâmi, ou algum outro nome bombástico que venha a ter, como Cué-Cué Marabitanas, que é o sonho milenarista dos novos beatos da atualidade. Será a efetivação da balcanização de toda a Amazônia, dilapidando as extensas terras que um dia pertenceram ao Brasil, país que, daí em diante, será conhecido mundialmente como Brasilistão - uma mistura de Brasil com Afeganistão. Outras extensas áreas indígenas do País terão o mesmo destino no futuro, a persistirem o entreguismo estatal e a inércia dos cidadãos brasileiros.

Convém lembrar, que, além dos indígenas, outros bantustões segregacionistas (Cfr.http://www.webartigos.com/articles/2172/1/brasilistao-os-bantustoes-dos-indios-quilombolas-e-mst/pagina1.html), também de cunho socialista, estão sendo criados em todo o Brasil, dentro dos moldes do Apartheid sul-africano de triste memória, que são os acampamentos do MST e as terras reivindicadas pelos quilombolas.

(*) MENNA BARRETO, Carlos Alberto Lima. A Farsa Ianomâmi, Biblioteca do Exército Editora, Rio de Janeiro, 1995

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A Farsa Ianomâmi.

Fonte: http://www.bancadamilitar.org.br/abm-AMZ-06.htm
Cué-Cué Marabitanas. O arco indigenista se fecha sobre a Amazônia
O sonho dos gringos é pegarem toda a serra que separa o Brasil da Venezuela e Guianas
e fazer uma nova nação. Não terão muito tempo; a crise mundial lhes tirará o poder, mas
temos que resistir até lá. GF Por Félix Maier.
 
O livro A Farsa Ianomâmi, escrito pelo coronel do Exército Carlos Alberto Lima Menna
Barreto (*), põe a nu, ao provar com inúmeros documentos, a farsa do século passado,
que foi a criação da Terra Indígena Ianomâmi (TI Ianomâmi). Na verdade, o blefe
monumental foi arquitetado por uma fotógrafa belga, Cláudia Andujar, que reuniu
algumas tribos, que não tinham nenhuma relação entre si, e criou a "nação imemorial
dos ianomâmis", com o total apoio dos caciques brancos de Brasília. 
 
O livro de Menna Barreto tem a apresentação feita pelo general-de-divisão Carlos de
Meira Mattos, que assim inicia seu escrito:

A Farsa Ianomâmi, 
Biblioteca do Exército
Editora, RJ, 1995.
"A questão ianomâmi, como é apresentada pelos interesses alienígenas, clama contra a lógica e o bom senso. Como reivindicar o controle político de um território brasileiro da extensão de 94.1991 km2 (semelhante à área de Santa Catarina e três vezes a superfície da Bélgica), para uma tribo que o habita, de 5.000 índios, no
máximo, e que vive, até hoje, no mais baixo estágio da ignorância e primitivismo?
Estes próprios índios ignoram as reivindicações que são feitas em seu nome, por organizações internacionais mascaradas com intenções científicas (ecologia, ambientalismo, antropologia) e que fazem uma pressão crescente no sentido de entregar a soberania dessa área aos seus habitantes" (pg. 11).

Em 1973, em noticiário bombástico, Cláudia Andujar se referiu pela primeira vez aos índios ianomâmis, os quais, no entanto, nunca haviam sido identificados pelos exploradores que passaram pela região. E olha que foram muitos, tanto do Brasil, quanto do exterior. No capítulo 3, A Ianomamização dos Índios, diz Menna Barreto:
"Manoel da Gama Lobo D'Almada, Alexandre Rodrigues Ferreira, os irmãos Richard e Robert Schomburgk, Philip von Martius, Alexander von Humboldt, João Barbosa Rodrigues, Henri Coudreau, Jahn Chaffanjon, Francisco Xavier de Araújo, Walter Brett, Theodor Koch-Grünberg, Hamilton Rice, Jacques Ourique, Cândido Rondon e milhares de exploradores anônimos cruzaram, antes disso, os vales do Uraricoera e do Orenoco, jamais identificaram quaisquer índios com esse nome" (pg. 29). Com a autoridade de quem foi o primeiro comandante do 2º Batalhão Especial de Fronteira e do Comando de Fronteira de Roraima, diz Menna Barreto: "É preciso ficar claro antes
de tudo que os índios supostamente encontrados por Cláudio Andujar são os mesmos de quando estive lá, em 1969, 1970 e 1971. (...) eles continuam a ser os xirianás, os uaicás, os macus e os maiongongues de sempre, ficando essa história de 'ianomâmis' só para brasileiros e venezuelanos" (pg. 33).

Em 1985, quando Menna Barreto era Secretário de Segurança de Roraima, a população de Boa Vista ficou admirada com tantos aviões da FAB fazendo evoluções nos céus: dois aviões de transporte Búfalo, uma esquadrilha de jatos e alguns helicópteros. As aeronaves não eram para compor a Base Aérea de Boa Vista, recém-inaugurada. Eram para transportar agentes federais, que desceram no Garimpo de Santa Rosa, para
aplicar castigos aos trabalhadores, como escreveu Menna Barreto: "Após retirarem as pessoas de suas choupanas ao lado da pista, as teriam obrigado a se despirem, submetendo-as a vexames, ofensas e agressões, enquanto outras equipes procediam à destruição dos equipamentos e mantimentos existentes nas imediações" (Pg. 59 e 60).
Menna Barreto soube, por integrantes da FAB, que a ordem de Brasília era, em um prazo de 4 semanas, "esvaziar os garimpos a oeste dos 62º e as áreas reivindicadas por macuxis, ingaricós e taulipangues nos Rios Suapi, Quinô, Cotingo e Maú, na região montanhosa, ao norte do Território" (pg. 60). Finaliza Menna Barreto seu
capítulo 7, A Vingança da Gringa: "Tempos depois - por informações vazadas da FUNAI - soube-se que a autoridade misteriosa não era outra senão a belga Cláudia Andujar.
Com singular prestígio nas altas rodas de Brasília, intimidou órgãos do Governo com um protesto pela existência de brasileiros a oeste do meridiano 62º, no Garimpo Santa Rosa. A solução encontrada foi desencadear uma operação secreta de espancamento de garimpeiros, de modo a contentá-la, sem que mais ninguém neste país
ficasse sabendo..." (pg. 62 e 63)

Raposa Serra do Sol teve sua origem em blefe semelhante à geração espontânea dos ianomâmis. Diz Menna Barreto: "E muito menos se pode chamar de ideal a conspiração criminosa de alguns 'padres' com os índios transviados, para arrancar outro pedaço de Roraima, com a criação pretendida da reserva indígena Raposa - Serra do Sol, em uma parte do estado povoada, há dois séculos, por brasileiros" (pg. 155).

Não se pode esquecer o modus operandi desses patifes, muitos travestidos de padres e pastores evangélicos. Diz Menna Barreto: "Agem pela violência, seguindo a conhecida receita da guerrilha: intimidar para subjugar. E nem sabem mais por quê. O terrorismo, a violência deixou de ser o processo para ser o objetivo. E violência
não pode ser ideal de ninguém. Bandido não pode ser herói. Bandido é bandido mesmo" (pg. 155).

Depois das Nações Ianomâmi e Raposa Serra do Sol, vem aí uma nova nação, que está sendo engendrada pelos morubixabas da Funai, pelo CIMI e por sociólogos e antropólogos de diversas partes do mundo, para arrancar mais um naco do mapa do Brasil: a Nação Cué-Cué Marabitanas.

Guarde bem este nome: Cué-Cué Marabitanas. Logo irá aparecer nos noticiários. No momento é a TI Cué-Cué Marabitanas, que, juntamente com outras TI, existe apenas nos mapas da FUNAI, do CIMI e das ONGs. Fica no Estado do Amazonas, município de São Gabriel da Cachoeira e tinha 1.645 indígenas, em 1996, segundo fonte do Instituo Socioambiental (ISA). Na extremidade sul da TI Cué-Cué Marabitanas fica a cidade de São Gabriel da Cachoeira. Esta TI dos cués fica entre a TI Balaio, a leste (que faz fronteira com a TI Ianomâmi), a TI Alto Rio Negro, a oeste, a TI Médio Rio Negro I, ao sul, e a Venezuela, ao norte. Abaixo da TI Alto Rio Negro, existe ainda a TI Rio Apapóris (próximo à Vila Bittencourt). E a leste da TI Médio Rio Negro existem as TI Médio Rio Negro II e TI Rio Tea. Abaixo da TI Médio Rio Negro I - depois de uma faixa de terra ainda não pleiteada pela Funai para os indígenas - existe a TI Uneiuxi. Todas estas TI ficam no Amazonas. Com as demarcações de Balaio e Cué-Cué
Marabitanas, o município de São Gabriel da Cachoeira terá 90% de suas terras destinadas aos índios! Convém lembrar que no Amazonas existe, ainda, a TI Rio Cuieras, na região de Manaus e Nova Airrão.

A Portaria da FUNAI nº 1.131, de 23 de novembro de 2007 (Cfr.
http://ccr6.pgr.mpf.gov.br/atuacao-do-mpf/portarias/docs_portarias/portaria_funai_1131.pdf),
publicada no Diário Oficial da União nº 229, de 29 de novembro de 2007, define o Grupo Técnico para realizar a delimitação da TI Cué-Cué Marabitanas, constituído também - vejam só! - por "lideranças indígenas" e integrantes da ONG Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). O Exército, que durante séculos ocupou e preservou a Amazônia para o Brasil, mais uma vez não foi chamado para opinar sobre o assunto.

Pesquisando na Internet, descobri algo espantoso, que não vem sendo divulgado pela mídia, para que os vendilhões de nossa Pátria possam trabalhar mais à vontade. No Blog do antropólogo e ex-presidente da Funai, Mércio Pereira Gomes
(http://merciogomes.blogspot.com/2007/10/iluso-messinica.html), lê- o seguinte:
"...A ilusão messiânica também tem configurações laicas. Veja, por exemplo, a proposta do ISA de forçar a Funai a demarcar a Terra Indígena Cue Cue Marabitanas em tal dimensão que junte em uma única área as terras indígenas Yanomami (9,9 milhões de hectares) e Alto Rio Negro (10,5 milhões de hectares), as quais, junto com a demarcação de mais duas terras contíguas ao Sul, totalizariam cerca de 23 milhões de hectares e fechariam uma fronteira contínua de 2.500 km com a Venezuela e a Colômbia".

O que se pode depreender das investidas do ISA, com pleno apoio da Funai e do CIMI, e de milhares de ONGs, tanto nacionais quanto estrangeiras, o problema indígena no norte de Roraima e Amazonas é muito mais grave do que imaginávamos, depois que foram criadas e homologadas pelo Governo Federal as TI Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Ou seja, o movimento indigenista, de caráter entreguista (entre os brasileiros que apóiam tal patifaria) e de propósito gatuneiro(entre os espertalhões estrangeiros, que querem preservar para si, no futuro, a colossal riqueza do subsolo, de minerais raros), quer transformar uma área igual a três vezes o solo de Portugal em uma mega nação indígena, ao unir ''nações indígenas" de Roraima à Vila Bitencourt, AM, passando pela Cabeça do Cachorro, em um arco de 3.000 km de extensão - com a agravante de fazer fronteira com tropas das FARC escondidas nas florestas colombianas. Existe pressão de expandir ainda mais esse imenso território amazônico,
se o avanço indigenista se estender também ao Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Sem falar que a TI Raposa Serra do Sol, que também faz divisa com a Venezuela, ao norte, e a Guiana, a leste, tem uma área superior a 1,7 milhão de hectares.

Espertamente, brasileiros apátridas, sob as ordens de ONG estrangeiras, pretendem que o Governo Federal primeiro homologue a TI dos cués, um território menor, para então darem o golpe final, monumental, definitivo, que é a criação e homologação da TI Alto Rio Negro, que tem uma área superior ao território ianomâmi. Com isso, terão conseguido o diabólico intento, que irá mais do que triplicar as terras contínuas dos territórios indígenas junto à fronteira com a Venezuela e a Colômbia, para mais fácil criar uma gigantesca e riquíssima Nação Indígena.

E por que aquela enorme região foi escolhida para comportar tão poucos índios? Uma visita ao endereço do site de Rebecca Santoro (Imortais Guerreiros) nos dá uma valiosa e decisiva pista, em seu texto "O misterioso, rico e estratégico corredor que passa por Roraima"
<http://www.imortaisguerreiros.com/artigosrebeccasantoro.htm#255844686>: a riqueza de sua bacia sedimentar.

O que se pode prever é que, em futuro não muito distante, será criada a Grande Nação Ianomâmi, ou algum outro nome bombástico que venha a ter, como Cué-Cué Marabitanas, que é o sonho milenarista dos novos beatos da atualidade. Será a efetivação da balcanização de toda a Amazônia, dilapidando as extensas terras que um dia pertenceram ao Brasil, país que, daí em diante, será conhecido mundialmente como Brasilistão - uma mistura de Brasil com Afeganistão. Outras extensas áreas indígenas do País terão o mesmo destino no futuro, a persistirem o entreguismo estatal e a inércia dos cidadãos brasileiros.

Convém lembrar, que, além dos indígenas, outros bantustões segregacionistas
<http://www.webartigos.com/articles/2172/1/brasilistao-os-bantustoes-dos-indios-quilombolas-e-mst/pagina1.html>,
também de cunho socialista, estão sendo criados em todo o Brasil, dentro dos moldes do Apartheid sul-africano de triste memória, que são os acampamentos do MST e as terras reivindicadas pelos quilombolas.

(*) MENNA BARRETO, Carlos Alberto Lima. A Farsa Ianomâmi, Biblioteca do Exército.
Editora, Rio de Janeiro, 1995.

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

sábado, 6 de dezembro de 2014

Série livros sobre a Amazônia - Os roceiros de Muaná - Maria José Carvalho Brabo


Os Roceiros de Muaná; Estudo dos segmentos agrícolas no Município de Muaná, localizado na parte oriental da Ilha do Marajó, Estado do Pará. O trabalho discute a forma como ocorre a participação econômica dos roceiros no interior do sistema e da  sociedade marajoara. Dividido em duas partes, a primeira, o tema central do estudo no quadro mais amplo da Ilha do Marajó e a organização econômica do município; na segunda, o nível econômico dos povoamentos de Afuá e Mocajatuba, buscando estabelecer diferenças e semelhanças entre os dois  sistemas.


Maria José Carvalho Brabo. Os roceiros de Muaná. MPEG. 1979 68 p. (Publicações avulsas do Museu Goeldi, v. 32)


Capa


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Série Livros sobre a Amazônia - Schomburgk



Robert Hermann Schomburgk

Sir Robert Hermann Schomburgk (5 de junho de 1804, Freyburg11 de maio de 1865, Berlin-Schöneberg) foi um explorador alemão trabalhando para o governos britânico.


Schomburgk nasceu em Freyburg, cidade às margens do rio Unstrut, na Saxônia-Anhalt, filho de um pastor protestante.  Em 1820, enquanto morava com seu tio em Leipzig, ele aprendeu sobre botânica. Em 1828 foi escalado para supervisionar um transporte de ovelhas da Saxônia para a Virgínia, Estados Unidos, onde ficou. Perdeu sua fortuna, em parte na Virgínia, onde foi mal-sucedido como plantador de tabaco, em parte num incendio.  Foi então para a ilha de St Thomas, e os numerosos incendios que devastaram a ilha nesta época, destruirão todos seus bens. Ele então decidiu ser um naturalista, coletor e explorador. Em 1830, Schomburgk partiu para a ilha de Anegada, uma das ilhas Virgens, famosa por seus naufrágios de navios. Na primavera de 1831, três naufrágios ocorreram em sequencia nos arrecifes de Anegada, em especial o naufragio da escuna espanhola (Restauradora) que afundou com 185 escravos acorrentados, foi a inspiração para o mapeamento dos arrefices ao redor da ilha de Anegada. Este levantamento desagradou os moradores de Anegada que tinham nos naufrágios e salvamentos uma fonte de renda.  Apesar da pouca experiencia, fez um levantamento da Ilha e enviou à Royal Geographical Society, em Londres, um relatório que criou tamanha impressão que, em 1835, a ele foi confiado o comando de uma expedição à então Guiana Inglesa.







Ele cumpriu sua missão (1835-1839) com grande êxito, e incidentalmente descobriu em 1837 uma planta aquática que posteriormente denominou Vitória-régia. Em 1841 voltou à Guiana, desta vez como oficial do Governo Britânico para mapear e fixar suas fronteiras. O resultado foi uma fronteira provisória entra a Guiana e a Venezuela, conhecida como a “Linha Schomburgk”, assim como a fronteira com a colônia neerlandesa do Suriname. Ele veementemente aconselhou a regulamentação da fronteira com o Brasil, já que alegou ter visto escravidão de índios locais – muitos dos quais já extintos – por brasileiros. Posteriormente, suas explorações nessa região geraria um conflito diplomático que seria denominado Questão do Pirara, no qual o Brasil cedeu dois terços do território disputado. Ao voltar para a Inglaterra, ele recebeu da Rainha Vitória o título de Cavaleiro da Coroa Britânica e se tornou de fato Oficial do Governo Britânico. Em 1846 Schomburgk foi escalado para servir em Barbados, e em 1848 foi designado Cônsul em Santo Domingo. Já em 1857, recebeu o título de Cônsul Geral de Sião, atual Tailandia, e morou em Bangcoc.  Enquanto servia à Coroa Britânica, ele continuava suas explorações. Saiu do serviço público em 1864, por causa de problemas de saúde. Morreu em Berlim, em 11 de março de 1865.  Seu irmão, Otto (28 de agosto de 181016 de agosto de 1857) editou a obra R. H. Schomburgks Reisen in Guiana und am Orinoco während 1835-1830, publicada em 1941. Este emigrou para a Austrália junto com um terceiro irmão, Moritz Richard.

Schomburgk Map of Guiana (Dominio Publico)



Obras de Schomburgk com relação com a Amazônia

  • Voyage in Guiana and upon the Shores of the Orinoco during the Years 1835–'39 (London, 1840; translated into German by his brother Otto, under the title Reisen in Guiana und am Orinoco in den Jahren 1835–'39, Leipsig, 1841, with a preface by Alexander von Humboldt)
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  • Researches in Guiana, 1837–'39 (1840)
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  • Description of British Guiana, Geographical and Statistical (London, 1840)

Adicionar legenda



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  • Views in the Interior of Guiana (1840)
  •  
Robert Schomburgk. Views in the Interior of Guiana. 1840









     
  • Peter Rivière (ed.), The Guiana Travels of Robert Schomburgk 1835–1844, 2 vols (Aldershot: Ashgate for the Hakluyt Society, 2006).

















Travel of his royal highness Prince Adalbert of Prussia: In the south of Europe and in Brazil with a voyage up the Amazon and the Zingu (Translated by Robert H Schomburgk, John Edward Taylor). David Bougue. London. 1848.










Robert Schomburgk foi homenageado pelo seus trabalhos com a denominação de genero das
familia das  Asteraceas e Ochidaceae

Generos

    (Asteraceae) Schomburgkia Benth. & Hook.f.2

    (Orchidaceae) Schomburgkia Lindl.3

Especies

    (Acanthaceae) Justicia schomburgkiana (Nees) V.A.W.Graham4

    (Acanthaceae) Strobilanthes schomburgkii (Craib) J.R.I.Wood5

    (Adiantaceae) Eriosorus schomburgkianus (Kunze ex Klotzsch Copel.]]6

    (Orchidaceae) Cypripedium schomburgkianum Klotzsch ex M.R.Schomb.7

Abreviatura



Schomburgkia spp.




O cervo-de-schomburgk (Rucervus schomburgki, antigamente Cervus schomburgki) é um mamífero extinto da família dos Cervídeos. Era endémico da Tailândia. Foi descrito por Edward Blyth em 1863, e foi batizado em honra de Robert Hermann Schomburgk então cônsul britânico na Tailândia.
Crê-se que a população selvagem do cervo-de-schomburgk desapareceu em 1932, devido à caça excessiva, e o último exemplar em cativeiro morreu em 1938. Alguns cientistas consideram que esta espécie ainda existe.
Fonte: wikipedia


Rucervus schomburgki