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domingo, 16 de junho de 2013

LIVRARIA E SEBO EM TABATINGA - AM - Livros com sabor de frutas

O Professor Fred Spinosa mantém uma livraria e sebo no mercado municipal da cidade de  Tabatinga

Localização de Tabatinga
Localização da cidade de Tabatinga - AM


O local cercado de frutas da região é dos mais pitorescos. Falar com o livreiro e profundo conhecedor da literatura amazônica é experiência imperdível. E segundo ele os livros tem sabor de frutas. 

Mercado Municipal de Tabatinga, Estado de Amazonas, Brasil
Mercado Municipal de Tabatinga


Mercado Municipal


Lá é possível encontrar livros novos e usados em português e espanhol de editoras brasileiras, colombianas e peruanas. Aos que estão na região da fronteira tríplice é uma experiencia única  passsar por lá e aproveitar para conhecer o Prof. Spinosa


https://correio.embrapa.br/service/home/~/DSCN0170.JPG?auth=co&loc=pt_BR&id=23157&part=2
Livraria e sebo do Prof. Fred Spinoza no Mercado Municipa em Tabatinga - AM


Bertha Becker: uma das maiores cientistas da Amazônia

Bertha Becker: De tigresa de Haifa a Jaguatirica de Ponta Porã. 


Um excelente blog com informações sobre e a geografa e professora - Bertha Becker
Bertha Becker blogs
http://berthabecker.blogspot.com.br/

Sobre o Blog - INCT Biodiversidade e Usos da Terra e a obra de Bertha Becker

 A minha fotografia

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Uso da Terra da Amazônia (INCT) é um projeto de pesquisa coordenado por mim e está sediado no Museu Goeldi, em Belém do Pará. Conta com uma extensa rede de pesquisa e engloba pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento e de diversos Institutos e Universidades do Brasil e alguns internacionais. O Instituto é financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) por meio do CNPq e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Pará e tem como objetivo desenvolver uma rede de pesquisa integrada e de excelência para o estudo da biodiversidade e da paisagem amazônica. Um dos destaques do projeto é a participação da Profa Bertha Becker que dedica-se a projetos inovadores e estratégias de implementação das políticas propostas para a região, acentuando a importância de uma revolução científica e tecnológica que inclua uma logística específica para a Amazônia.
No dia 12 de maio de 2009 a Dra Bertha Becker ministrou a conferência inaugural do INCT em Biodiversidade e Uso da Terra da Amazônia no auditório do Museu Goeldi, com o tema "A Amazônia e os desafios da sustentabilidade”. Em junho de 2012, durante a Conferência Rio+20, no Rio de Janeiro, admiradora da capacidade de pensar e articular projetos de Bertha, e no papel de coordenadora do INCT, propus à Bertha que fizesse uma avaliação do grau de sucesso e implementação de suas propostas para a Amazônia. Após um momento relutante, Bertha aceitou o desafio. Para ajudar nesse encaminhamento, procedi um inventário da obra de Bertha (trabalhos científicos, relatórios, vídeos, entrevistas, etc) disponibilizados na internet e nos inúmeros emails que troquei com ela nos últimos 10 anos. Mas sozinha era impossível alcançar os meus objetivos...
A execução dessa enorme tarefa contou então, com o imprescindível apoio da geógrafa Nathalia Nascimento, que em poucos dias já estava totalmente absorta no projeto e encantada com a personalidade de Bertha. O projeto contou também com as sugestões de Roberto Bartholo, Peter Toledo e Tatiana Sá, também amigos e admiradores de Bertha e estudiosos da Amazônia.
Após dois árduos meses de coleta de material, discussões e aprovações de Bertha, oferecemos aos que estudam o pensamento de Bertha Becker, um DVD-ROM e o presente blog com a obra dessa pesquisadora maravilhosa e irrequieta, que muito ainda tem o que nos ensinar.

Ima Célia Guimarães Vieira
Pesquisadora do Museu Paraense Emilio Goeldi



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Bertha Becker e a Amazônia: retrospectiva de uma obra , foi realizado no dia 16 de janeiro passado o "I Simpósio Relações entre Ciência e Políticas Públicas: Propostas de Bertha Becker para o Desenvolvimento da Amazônia".

Na abertura do evento - que transcorreu na sede do BNDES, no Rio de Janeiro -, Bertha Becker foi apontada como maior geógrafa brasileira e uma das maiores especialistas em Amazônia no mundo. Professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ela atualmente coordena o Laboratório de Gestão do Território (LAGET/UFRJ) e atua como consultora ad hoc de várias instituições científicas, sendo reconhecida por sua participação vigorosa no processo de elaboração de inúmeras políticas públicas relacionadas à região amazônica.
Há 30 anos, a professora percorre os estados da Amazônia e testemunha a ocupação e a devastação da floresta. Difere de muitos intelectuais, por ser incisiva em suas opiniões ao sugerir a economia como solução essencial para a preservação.
Ao resgatar as ideias inovadoras de Bertha Becker, o simpósio teve por objetivo contribuir para a formulação de novas políticas públicas para a Amazônia e, ao mesmo tempo,homenagear a pensadora que, em diferentes ocasiões, colaborou com discussões enriquecedoras sobre o desenvolvimento da região, elevando o diálogo entre ciência, tecnologia e política para um patamar onde é possível proteger mais e destruir menos, com geração de renda e de conhecimento para as populações locais.
“O desafio do desenvolvimento sustentável da Amazônia é de grande envergadura e nos provoca há muitas décadas. Historicamente, olhou-se a Amazônia apenas do ponto de vista extrativista. Entretanto, a visão microterritorial, sub-regional, sob a ótica das comunidades e populações locais, como defende Bertha Becker, é a que mais nos inspira”, explicou na ocasião Luciano Coutinho. Nesse contexto, um dos maiores desafios é olhar a região sob o ponto de vista do desenvolvimento endógeno, com o aprofundamento do processo de inovação técnico-científica para gerar alternativas de atividade e ocupação econômica sustentáveis. “O Banco, como instrumento de políticas do governo alinhado ao Ministério do Meio Ambiente, e responsável pela gestão do Fundo Amazônia, trabalha para que isso seja possível”, afirmou o presidente do BNDES.
“Apesar de ser rica em área e em recursos, a região amazônica tem uma enorme carência de desenvolvimento. Daí a importância de se fortalecer o diálogo entre ciência e políticas públicas, ainda mais quando se trata de um território com imensa relevância, inclusive cultural”, refletiu a homenageada.
Bertha Becker também apontou que há uma sucessão de planos para a Amazônia que não são, de fato, construídos e elaborados. “Isso se deve à existência de planejamentos diversos, sem políticas diretivas. Para que se obtenha sucesso nesses planos, é fundamental o planejamento, com o apoio da ciência ligado à política”, explicou.
Outra questão marcante na região, segundo ela, diz respeito aos conflitos de interesses, que acabam por levar a posturas inconvenientes. “Sustar o desflorestamento é imperativo, mas proteção ambiental, apenas, não consegue conter o desflorestamento nem gerar riqueza, trabalho e renda para as populações”, disse ela. Para Becker, o cerne do novo padrão de desenvolvimento econômico é superar o falso dilema da conservação entendida como preservação intocável versus utilização com destruição. “É fundamental a criação de um novo modelo científico-tecnológico, baseado no conceito de ‘produzir para conservar’, no qual a dialética ciência e política não pode ser ignorada”, concluiu a professora.
O evento foi uma iniciativa do Museu Paraense Emilio Goeldi, por meio do projeto "INCT - Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia", com o qual a Garamond, que publicou o importante estudo "Amazônia, gepolítica na virada do século XXI" da professora, está organizando um volume contendo o conjunto de escritos de Bertha Becker sobre a região amazônica.

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Bertha Becker: Amazônia precisa é de uma economia


«A Amazônia precisa de desenvolvimento econômico, não apenas de proteção ambiental.» A afirmativa foi feita pela geógrafa Berta Becker, professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante o seminário “A Gestão da Amazônia”, realizado na Universidade de São Paulo (USP).
A Amazônia já é verde
Becker, que é uma das maiores especialistas em assuntos amazônicos, criticou a ênfase no combate ao carbono nas abordagens sobre a região e defendeu o estabelecimento de um forte setor produtivo: «Na Amazônia não há uma base econômica organizada, não existem praticamente cadeias produtivas… A verdade precisa ser dita: neste sentido, a Amazônia não mudou nada.» (Valor Econômico, 17/03/2011)
Para ela, crítica do conceito de “economia verde”, «a Amazônia já é verde. O que ela precisa é de uma economia».

Basta pagar para não haver desmatamento?
A geógrafa também teceu críticas à implantação do mecanismo de Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação (REDD) na região, afirmando que tal iniciativa é um retrocesso para o desenvolvimento: «O nosso problema é fazer um esforço para o desenvolvimento da região. E aí vou pegar REDD para não desmatar?… Com REDD não ataco a causa do desmatamento. É um balde de água fria no estímulo deste desenvolvimento novo.»
O mecanismo REDD, um dos carros chefe do aparato ambientalista internacional para países como o Brasil, contempla compensações financeiras para evitar o desmatamento, alegadamente, para combater as emissões de carbono que seriam responsáveis pelo aquecimento global. Evidentemente, a perspectiva de receber recursos financeiros do exterior tem funcionado para alguns como um atrativo maior do que a preocupação com as emissões. No seminário, o superintendente geral da Fundação Amazônia Sustentável, Virgilio Viana, se manifestou: «A valoração de serviços ambientais é a melhor oportunidade da história da Amazônia. Temos que colocar dinheiro na floresta.»

Eles pagam para continuar poluindo…
Em última análise, o REDD implica em um pagamento a terceiros para que os países industrializados possam manter as suas cotas de emissões (leia-se consumo de combustíveis fósseis); ou seja, aceita-se dinheiro em troca do subdesenvolvimento.

E nós não nos desenvolvemos
Como afirmou Becher, aceitar dinheiro para inibir o aproveitamento econômico produtivo da região é um erro, pois a Amazônia precisa de muito mais do que de programas de combate a emissões: «A floresta é riquíssima. E esta riqueza está sendo negligenciada em função da ênfase no mercado de carbono. O mais importante é mudar o padrão de desenvolvimento da região. E não ser pago para não desmatar.»
Outro convidado presente no evento a manifestar críticas no mesmo tom de Becker foi Ricardo Abramovay, professor titular do departamento da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP. O pesquisador criticou a extrema carência de infraestrutura que da Amazônia, ressaltando que somente 12% dos domicílios têm acesso a saneamento básico e o acesso à água potável e à eletricidade são escassos.

Não há investimentos na Amazônia
Por fim, Abramovay e Becker questionaram a falta de investimentos em ciência na região, cujos institutos de pesquisa vivem em extrema precariedade de recursos. Segundo Bertha, o fato de o país possuir um grande mercado interno é prova de que podemos desenvolver competitividade em setores estratégicos para a região, como a indústria de fármacos.



Movimento de Solidariedade Íbero-americana
Créditos: este post é matéria apresentada no Boletim Eletrônico MSIa INFORMA, do MSIa – Movimento de Solidariedade Íbero-americana, Vol. II, Nº 44, de 18 de março de 2011. Introduzi subtítulos no texto para facilitar e incentivar a leitura.
MSIa INFORMA é uma publicação do Movimento de Solidariedade Ibero-americana (MSIa). Conselho Editorial: Angel Palacios, Geraldo Luís Lino, Lorenzo Carrasco (Presidente), Marivilia Carrasco, Nilder Costa e Silvia Palacios. Endereço: Rua México, 31 – sala 202 – Rio de Janeiro (RJ) – CEP 20031-144; Telefax: 0xx 21-2532-4086.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

RIO DE JANEIRO GUIAS TURISTICOS - RIO DE JANEIRO GUIDE BOOKS - RIO DE JANEIRO LIVROS

Esta postagem se refere a livros sobre o Rio de Janeiro, indo de guias turisticos a livros históricos sobre a cidade.
As grandes editors de guias turisticos (Lonely Planet, Berlintz, Michelan, DK), tem guias específicos sobre a cidade do Rio de Janeiro.  

Esta postagem também ira adicionar os livros que se passam na cidade indo dos romances de Machado de Assis, Jõao do Rio até os recentes romances policiais de Luiz Alfredo Garcia-Roza aonde o delegado Espinosa resolve os crimes em Copacabana. 





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GUIAS DO RIO DE JANEIRO  EM PORTUGUÊS




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GUIAS DO RIO DE JANEIRO EM INGLÊS - RIO DE JANEIRO ENGLISH TOURISTIC GUIDE






Rio de Janeiro city guide 7
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TOURISTIC GUIDE FOR IPAD

Rio & the Best of Brazil
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Rio de Janeiro, Brazil: Illustrated Travel Guide, Phrasebook and Maps (Mobi Travel)
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

ESTANTES PARA LIVROS - BOOKSHELVES - BÜCHERREGAL


Esta postagem não se refere exatamente a livros, edições, literatura ... Mas todos os que se interessam por estes assuntos acabam se deparando com o tema:  ESTANTES !

Abaixo uma coleção destes objetos de desejo ou de necessidade dos amantes dos livros.


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http://cdn.freshome.com/wp-content/uploads/2008/02/opus_shelving_1.jpg


















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Estante feita com palets















Estante feita com um escada velha



PEQUENAS ESTANTES


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LIVROS SOBRE ESTANTES

Estes livros podem ser encontrados em algumas livrarias, e estão disponíveis na: www.amazon.com



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PROJETOS DE ESTANTES













 Postagem: Maio de 2012. Se você tem uma foto de uma estante diferente e quer contribuir com esta postagem, envie a foto para: byblyomania@gmail.com.