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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

GABRIELA, CRAVO E CANELA de JORGE AMADO - CAPAS DAS EDIÇÕES BRASILEIRAS e ESTRANGEIRAS



Gabriela, cravo e canela



Romance de Jorge Amado publicado em  1958, pela Livraria Martins, São Paulo, 453 paginas, capa de Clóvis Graciano e ilustrações de Di Cavalcanti. Já em dezembro do mesmo ano, foi lançada a 6ª edição, que passou a integrar a coleção “Obras Ilustradas de Jorge Amado” como tomo décimo quarto, volume XIX, seguindo-se edições sucessivas até a 50ª edição, 1975. Nesse mesmo ano, foi publicada fora da coleção, em convênio entre a Livraria Martins Editora e a Distribuidora Record, Rio de Janeiro, a 51ª edição, com capa de Di Cavalcanti, conservando as ilustrações anteriores, 363 páginas, retrato do autor por Carlos Bastos e foto do autor por Zélia Gattai. A Editora Record, Rio de Janeiro, passou a deter os direitos editoriais da 52ª em diante, e publicou a 80ª edição, 1999, a mais recente, com fixação de texto por Paloma Jorge Amado e Pedro Costa, capa de Pedro Costa com ilustração de Di Cavalcanti, sobrecapa e ilustrações de Di Cavalcanti, com vinhetas por Pedro Costa, retrato do autor por Jordão de Oliveira e foto do autor por Zélia Gattai. 
 Atualmente os direitos pertencem a editora Companhia das Letras, que está relançando todos os livros do autor.



O romance obteve, já no ano seguinte ao da sua 1ª edição, cinco prêmios: Prêmio Machado de Assis, do Instituto Nacional do Livro, Rio de Janeiro, 1959; Prêmio Paula Brito, da antiga Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro, 1959; Prêmio Luísa Cláudia de Sousa, do PEN Clube do Brasil, Rio de Janeiro, 1959; Prêmio Carmem Dolores Barbosa, de São Paulo, 1959; Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, São Paulo, 1959.






RESENHA DO LIVRO GABRIELA, CRAVO E CANELA


Vinda do agreste, Gabriela chega a Ilhéus em 1925, em busca de trabalho. É levada do “mercado dos escravos”, lugar onde acampam os retirantes, pelo árabe Nacib. O dono do bar Vesúvio não atenta de imediato para a beleza da moça, escondida sob os trapos e a poeira do caminho. Não tarda, porém, a descobrir que ela tem a cor da canela e o cheiro do cravo. Em breve, todos os homens da cidade vão se render aos encantos de Gabriela. Ela assume a cozinha do bar, e o Vesúvio ferve por conta do tempero e da presença inebriante de Gabriela. Apaixonado, o ciumento Nacib decide que o melhor é se casar. Gabriela passa a ter obrigações que não combinam com seu espírito livre e rústico. No entanto, não se deixa subjugar. Nacib a flagra na cama com Tonico Bastos e manda anular o casamento. Mas Gabriela ainda voltará a ser sua cozinheira e a freqüentar sua cama. Gabriela, cravo e canela narra o caso de amor entre o árabe Nacib e a sertaneja Gabriela e compõe uma crônica do período áureo do cacau na região de Ilhéus. Além do quadro de costumes, o livro descreve alterações profundas na vida social da Bahia dos anos 1920: a abertura do porto aos grandes navios leva à ascensão do exportador carioca Mundinho Falcão e ao declínio dos coronéis, como Ramiro Bastos. É Gabriela quem personifica as transformações de uma sociedade patriarcal, arcaica e autoritária, convulsionada pelos sopros de renovação cultural, política e econômica.



CAPAS DAS EDIÇÕES BRASILEIRAS DE GABRIELA, CRAVO E CANELA 


 
Gabriela, cravo e canela. Martins Editora. Rio de Janeiro. 1954. 1.ed. 453 p





Gabriela, cravo e canela. Record. 1978. 57 ed. 358 p.





Gabriela, cravo e canela. Record. 2001. 85 ed. 363  p.
Gabriela, cravo e canela. Record. 2000. 83 ed. 363 p.

















Gabriela, cravo e canela. Companhia das Letras. 2012. 363 p


Link para ultima edição de Gabriela, cravo e canela  Companhia das letras



EDIÇÕES EM OUTROS IDIOMAS


ESPANHOL (Gabriela, clavel y canela)

La clásica historia de amor prohibido de la literatura latinoamericana.

En 1925, la riqueza producida por el cacao ha permitido el desarrollo económico de Ilheús, pero la costumbres de sus habitantes todavía son primitivas y violentas. En este pueblo, el árabe Nacib Saad, desesperado al perder al cocinero de su popular café, contrata a la bella mulata Gabriela que, para su sorpresa, resultará ser no sólo una gran cocinera sino un encantador beneficio para su negocio. Pero, ¿qué diría la gente si Nacib se casara con ella?

Gabriela perdurará en la literatura como una hermosa figura femenina, simple y espontánea, mas allá del bien y del mal. Con su lirismo inigualable, Jorge Amado ha transmitido al personaje las cualidades típicas del pueblo brasileño: ternura, sensualidad sin malicia, alegría envolvente, feliz primitivismo. Y el romance conmovedor de Nacib y Gabriela se ubicará, sin duda, en la galería de los amantes célebres de la historia de la literatura.]




EDIÇÕES EM ALEMÃO (Gabriela wie Zint und Nelken)

EDIÇÕES EM INGLÊS 
(Gabriela, clove and cinnamon) 
















(Gabriela, garofano e cannella )


La presentazione e le recensioni di Gabriella garofano e cannella, opera di Jorge Amado edita da Einaudi. «Questa storia d'amore iniziò nello stesso giorno limpido, con sole primaverile, in cui il fazendeiro Jesuino Mendonça uccise a rivoltellate donna Sinhazinha Guedes Mendonça sua legittima sposa...»: cosí il preludio alla storia di Gabriella dal profumo di garofano e dal colore di cannella, mulatta sinuosa che non cammina ma balla, che non parla ma canta, e che è arrivata con tanti altri emigranti dall'interno del sertão sul litorale, per non morire di fame. È arrivata a piedi, danzando sulla terra riarsa fino a Ilhéus per la gioia e la dannazione dell'arabo Nacib. Selvatica e spontanea, incapace di tutto fuorché d'amare e cucinare, la scalza Gabriella assiste senza molto capire agli intrighi della cittadina, ai mutamenti sociali, all'evoluzione della mentalità, alle beghe che scoppiano tra i fazendeiros per la supremazia nel mercato del cacao.

Di Jorge Amado (Bahia, 1912 - Bahia, 2001) Einaudi ha pubblicato Jubiabá, Teresa Batista stanca di guerra, Gabriella garofano e cannella, Terre del finimondo, Cacao, Sudore, La cucina di Bahia (con Paloma Jorge Amado), oltre a Tempi difficili, Agonia della notte e La luce in fondo al tunnel (i tre romanzi della trilogia I sotterranei della libertà). Nel 2003 Einaudi ha pubblicato Il miracolo degli uccelli, nel 2004 In giro per le Americhe e nel 2005 La doppia morte di Quincas l'Acquaiolo.




 

http://image.anobii.com/anobi/image_book.php?type=3&item_id=019f062ce4b1afba9b&time=1286392682














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6 comentários:

  1. Só para retificar: o livro à esquerda, na seção "livros em alemão", é escrito talvez em holandês, porque em alemão não é.

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  2. Caro Anonimo.
    Você esta certo. Obrigado pela dica. Vou ver em qual idioma ele foi publicado.

    Schöene Gruesse aus Rio

    Stanislaws Booker

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  3. Ah Bahia . . . Ah Gabriella . . .
    Legal as various capas. De vez em quando meu Portugues foi bom, ainda foi dificil ler Amado em Portugues para mim, muita giria. Eu li Gabriella em ingles, gostei. Eu li Tocaia Grande em Portugues, dificil mas bom.

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    1. Veja meu Portuguese ruim. Nao "de vez em quando". Queria dizer que meu Portuguese era bom no passado.

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    2. Caro PM,

      Obrigado pela mensagem ... é sempre bom aprender uma língua através da literatura e ainda temos a oportunidade de aprender as palavras e expressões realmente usada na Bahia nos livros de Jorge Amado. Não sei se as gírias continuam atuais ...

      Cheers from Brazil

      Stanislaws

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