VISITAS

domingo, 9 de dezembro de 2012

AMAZÔNIA UM POUCO ANTES E ALÉM DEPOIS - Samuel Benchimol - Serie Livros sobre a Amazônia

Amazônia

Série livros sobre a Amazônia - AMAZÔNIA MISTERIOSA - Gastão Cruls


Gastão Cruls (Rio de Janeiro, 4 de maio de 1888ibid., 7 de junho de 1959) foi um escritor brasileiro do século XX. Foi um dos fundadores da Editora Ariel. Gastão escreveu este livro sem conhecer a Amazônia, com base apenas em literatura. Depois veio a escrever outro livro (A Amazônia que eu vi) após fazer uma excursão a Amazônia.

Gastão Crulz. Amazonia mysteriosa. Livraria Castilho. Rio de Janeiro. 1 ed. 1925. 345 p





Gastão Crulz. Amazonia mysteriosa. Livraria Castilho. Rio de Janeiro. 2 ed. 192x. 306 p





A Amazônia Misteriosa - Gastão Cruls - 3a. Edição
Gastão Crulz. Amazônia mysteriosa. Companhia Editora Nacional. São Paulo. 3 ed. 1929. 321 p.




Gastão Crulz. Amazônia mysteriosa. Editora Ariel. Rio de Janeiro. 4 ed. 1939. 306 p.





http://imagens.estantevirtual.com.br/imagens/capas/57604876.jpg
Gastão Crulz. Amazonia mysteriosa. Zelio Valverde. Rio de Janeiro. 5 ed. 1944. 300 p



http://imagens.estantevirtual.com.br/imagens/capas/27917122.jpg
Gastão Crulz. Amazonia misteriosa. Livraria Simões. Rio de Janeiro. 6 ed. 1953. 232 p



Gastão Crulz. Amazônia misteriosa. Livraria Saraiva. São Paulo. Coleção Saraiva, v. 115 7 ed. 1957. 240 p




http://imagens.estantevirtual.com.br/imagens/capas/71050751.jpg
Gastão Crulz.Amazônia misteriosa. Livraria Jose Olympio. Coleção Sagarana, v. 95. Rio de Janeiro. 9 ed. Prefácio de Arthur Ferreira Reis. 1973. 175 p



Gastão Crulz.Amazonia misteriosa. Edicões do Governo do Estado do Amazonas. Manaus. 6 ed (?).  2001. 220 p.



EDIÇÕES CONJUNTAS

Gastão Crulz. Amazônia misteriosa / Elza e Helena / A criação e o criador / Vertigem. Livraria José Olympio. 1958. 569 p


EDIÇÕES EM QUADRINHOS


Gastão Crulz. Amazonia misteriosa.Ebal. Clássicos Ilustrados, v.3. Rio de Janeiro. 1965. 88 p


H.q Edição Maravilhosa N°113 A Amazonia Misteriosa 1955

Gastão Crulz. Amazônia misteriosa. Brasil - América v.113. Rio de Janeiro. 1955. 88 p

   SINOPSE DO LIVRO:

Assim como ocorreu na Europa, as grandes questões dos períodos do entre guerras no século vinte promoveram as condições para o surgimento da Ficção Científica no Brasil. Em nosso país, essa forma literária se apresentou através da Literatura de Distopia e refletiu o interesse das elites dirigentes com as teorias eugenistas da época e com a constituição miscigenada do povo brasileiro. Para discutir este fato, este trabalho analisa como o romance Amazônia misteriosa (1925), de Gastão Cruls, dialoga com as convenções da ficção científica britânica vitoriana durante o período da República Velha (1889-1930) e se coloca como um instrumento ideológico das elites da época contra a população brasileira


O ótimo A Amazônia Misteriosa (1925) nos leva até a tribo perdida das amazonas, mas seu autor, Gastão Cruls, fornece antes de mais nada uma descrição da floresta amazônica que cerca as mulheres guerreiras, e sua própria organização social, integrada aos hábitos indígenas - além da história do continente. Mais importante, o livro nos fornece uma visão do passado pré-colombiano, relacionado à identidade latino-americana, que nos permite contrapô-lo às pressões neocoloniais da época

A trama coloca os protagonistas em uma expedição pela Amazônia, onde eles se perdem e acabam descobrindo, entre outras coisas: Gigantes, incas, guerreiras amazonas e até um cientista alemão (o livro se passa durante a I Guerra Mundial, 1914-1918) fazendo misteriosas pesquisas! Dizem que ele se inspirou em A Ilha do Dr. Moreau, de H. G. Wells, e até os personagens mencionam esse livro durante um diálogo. A diferença, e que diferença, é que Gastão, profundo conhecedor da amazônia, insere elementos da fauna, flora e folclores locais, criando uma aventura com sabor 100% brasileiro. 

Amazônia misteriosa descreve a jornada de um médico, referido no romance apenas como “Doutor”, à selva amazônica. Este personagem-narrador é acompanhado de uma equipe de ajudantes dentre os quais apenas se destaca na trama o caboclo Pacatuba, atuando como companheiro do narrador. A equipe se perde na floresta e é encontrada por um grupo de índios que os levam à tribo de índias de grande estatura identificadas posteriormente como as lendárias Amazonas. Através do consumo de uma bebida feita pelos silvícolas, ele empreende uma viagem onírica até a época do império Asteca e descobre a origem das Amazonas. Neste lugar, o Doutor também encontra um cientista alemão de nome Jacob Hartmann acompanhado de sua esposa francesa, Rosina, e, de dois ajudantes também europeus. Gradativamente o protagonista descobre que o cientista está fazendo experiências com animais e com os meninos recém-nascidos rejeitados pelas índias. Eventualmente o médico brasileiro e Rosina se apaixonam e decidem fugirem juntos da aldeia. Rosina, porém, sucumbe aos perigos da Amazônia e o romance termina com o narrador chorando a morte da amada.

FILME SOBRE O LIVRO

Um Lobisomem na Amazônia é filme de longa-metragem brasileiro de 2005, do gênero comédia de terror, dirigido por Ivan Cardoso e produzido por Diler Trindade. O roteiro é baseado em romance de Gastão Cruls - Amazônia Misteriosa.

Adicionar legenda

Adicionar legenda

Edições no exterior


Gaston Crulz. Amazonia Misteriora. 1938.Ed. Claridad. 220 p.




The misterious Amazonia: a brazilian novel. Zelio Valverde. Rio de Janeiro. 1944.




______________________________________________
Edição: Revisto em Abril de 2014.

________________

sábado, 1 de dezembro de 2012

MORRIS WEST - AS SANDÁLIAS DO PESCADOR



Morris Langlo West (26 de abril de 1916 - 9 de outubro de 1999) foi um escritor australiano.

Biografia

Morris West nasceu em St. Kilda, Victoria, na Austrália.  Formou-se em 1937 na Universidade de Melbourne e trabalhou muitos anos como professor. Passou 12 anos de sua vida em um mosteiro, mas não chegou a se ordenar padre. Em seus livros, West revela seus interesses no catolicismo romano, falando inclusive de muitos papas, e revela também um interesse na política internacional.

Fonte: Wikipedia
Informações detalhadas de Morris West
 Morris_West - Wikipedia  (informações em inglês)


Livros

 

As Sandálias do Pescador - The Shoes of the Fisherman (1963)



The shoes of the fisherman. Morris West. Heinemann. Melbourne. 1 ed. 1963. 302 p. Imagem da sobrecapa. Livro em capa dura azul 

 Edições Brasileiras


http://imagens2.estantevirtual.com.br/imagens/capas/60665212.jpg

http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/57/570326_767.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Biblioteca do Leitor Moderno, v. 43. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro.  1 ed. 1963. 304 p.

As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Civilização Brasileira. Rio de Janeiro.  2,3 e 4 ed. 1964 e 1965. 304 p.
- As capas aparecem de varias cores. Não sei se foram feitas com cores diferentes ou se as mudanças são efeitos do tempo. Mas parece que a primeira edição tinha a azulada e as seguintes avermelhada e esverdeadas.
Livro As Sandálias Do Pescador De Morris West
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferr . Civilização Brasileira. Rio de Janeiro.  x ed. 1968. 304 p


http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/74/748004_744.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro . Civilização Brasileira. Rio de Janeiro.  10 ed. 1972. 302 p



As Sandálias Do Pescador Morris West Literatura Estrangeira
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro . Record. SuperSellers, v. 11. Rio de Janeiro.  x ed. 19xx. 265 p. ISBN: 8501008389




As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Abril. Coleção Classico Modernos, v. 27. São Paulo.  x ed. 1975. 395 p

http://imagens2.estantevirtual.com.br/imagens/capas/75272620.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro. Ediouro. São Paulo.  x ed. 1976. 328 p 11x17

http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/57/578849_851.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Abril. Coleção Grandes Sucesso, v. x. São Paulo.  x ed. 1981. 391 p



http://imagens2.estantevirtual.com.br/imagens/capas/74429325.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro. Abril. Coleção Grandes Sucesso, v. x. São Paulo.  x ed. 1983. 389 p
http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/48/486417_268.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Circulo do Livro. São Paulo.  x ed. 1982. 330 p
http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/47/470963_746.jpg
As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Circulo do Livro. São Paulo.  x ed. 1986. 389 p

As Sandálias do Pescador. Morris West. Trad. Fernando Castro Ferro. Record. Rio de Janeiro.  19 ed. 19xx. 304 p.

As Sandálias do Pescador. Morris West. Tradutor Fernando de Castro Ferro. Record.Rio de Janeiro.  x ed. 2000. 272 p. ISBN: 8501008389



Edições em Portugal


FILME SOBRE O LIVRO - SANDÁLIAS DO PESCADOR

Foi feito um filme baseado no livro as Sandálias do Pescador, que foi lançado em 1968, dirigido por Michael Anderson e tinha no elenco entre outros Anthony Quinn, Laurence Olivier, Vittorio de Sica, John Gielgud e Oskar Werner.



File:Shoesfisherman.jpg














Neste site tem uma otima resenha do filme:

Resenha do Filme As Sandalias do Pescador
 

SINOPSE:   

"As sandálias do pescador" publicado em 1963, no auge da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. Considerado "profético" por alguns, pois sua trama antecipa em 15 anos a eleição de um Papa vindo de um país comunista do leste europeu ( Papa João Paulo II  - Karol Józef  eleito em 1978).
Depois de vários anos presos num campo de trabalhos forçados na Sibéria, o padre Kiril Lakota (Quinn) é mandado de volta para Roma. Lá, ele é nomeado cardeal pelo próprio Papa. Mas a vida desse defensor da liberdade e da fé cristã, estaria tomando rumos que ele jamais imaginaria. Com a súbita morte do Papa, Kiril  Kiril assume o trono de Pedro ("O pescador") praticamente no mesmo tempo que seu antigo torturador Kamenev assume o poder na URSS.  Os perigos de um conflito atômico, o debate entre ciência e religião, amor e pecado - temas que se entrelaçam neste extraordinário best-seller de Morris West um clássico da literatura do século XX. Era o escritor predileto de João Paulo II.  Morris West, foi seminarista e sendo incrível a semelhança dos fatos e, até mesmo das características pessoais e comportamentais de João Paulo II com o protagonista do romance. A singularidade do aspecto profético do livro vai da origem de João Paulo (que é polonês, e a Polônia é um país comunista), passa pela idade e performance do "suposto papa", eleito com quase a mesma idade de João Paulo II; indo tal semelhança até o postura de ex-atleta que ambos apresentam e, o mais importante, descreve o desempenho do novo Papa que, abre as portas do Vaticano para o mundo, como de fato aconteceu com João Paulo II iniciando uma verdadeira peregrinação pelos continentes.


OUTROS LIVROS DE MORRIS WEST


  • O advogado do Diabo - The Devil's Advocate (1959)
  • A Salamandra - The Salamander (1973)
  • Arlequim - Harlequin (1974)
  • Concubina
  • O Embaixador - The Ambassador (1965)
  • Os Fantoches de Deus - The Clowns of God (1981)
  • A Filha do Silêncio (1961)
  • Fora de Série
  • O Herege (1969)
  • Kundu (1956)
  • Um Mundo Transparente
  • O Navegante - The Navigator (1976)
  • O Preço da Honra
  • Proteu (1979)
  • A Torre de Babel (1968)
  • O Milagre de Lázaro
  • A Segunda Vitória
  • A Estrada Sinuosa
  • Filhos das Trevas
  • Forca na areia
  • O Mestre de Cerimônias
  • Ponto de Fuga
  • Terra Nua
  • O Verão do Lobo Vermelho
  • Os amantes (1993)


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Joelmir Beting - 21 de dezembro de 1936 - 29 de novembro de 2012

Esta postagem é uma homenagem a um escritor, principalmente de cronicas econômicas, que com seu estilo de tentar exemplificar o complexo conquistou muito admiradores ao longo do tempo.
 






http://www.joelmirbeting.com.br/


Livros de Joelmir Betting 


http://imagens2.estantevirtual.com.br/imagens/capas/31783327.jpg
Ed. Impress. 1 ed. 1973
 SINPOSE
"Os fatos e as versões da Economia". Este livro não faz teoria economica. Com ele o autor tenta mostra que no vasto mundo da economia há limites físicos que não podem ser impunemente transpostos, por maiores e mais válidas que sejam as intenções políticas da sociedade dos homens.... 


http://imagens2.estantevirtual.com.br/imagens/capas/1254722.jpg
Ed. Brasiliense. 1 ed. 1985

 Sinopse
"... este livro é a porimeira grande repostagem da guerra da espoliação terceiro-mundista, com suas cuasas e seus efeitos. Do "front", ao vivo, Joelmir Beting dispara a primeira entrevista exclu siva de Fidel Castro a um jornalista brasileiro - uma conversação de 15 horas, em Havana, no gabinete do Conselho de Estado, sobre o desdobramento politico do impasse fisico da "dbt crisis", que Fidel prefere chamar de "debt bomb"...

 


____________________________________________________________________________________

Biografia por ele mesmo disponivel no site

Biografia de Joelmir Beting

Joelmir Beting



Capa VipJoelmir José Beting é meu nome completo. O nome da família é Betting com dois T. Parece nome inglês, mas é nome alemão da Westphalia, fronteira com a Holanda. A família veio de Metelen, perto de Munster, nos idos de 1864, a bordo do paquete holandês Challenger.
E bota desafio nisso. Juntamente, no mesmo barco, com outras 42 famílias de Metelen e arredores, os colonos alemães foram contratados, previamente, pela Fazenda Ibicaba, na boca do sertão de Limeira, então braço avançado de Campinas, SP.

Hoje tombada pelo Patrimônio Histórico, a Ibicaba funcionou como central de suprimentos de alimentos e uniformes para a soldadesca enfiada no "front" da Guerra do Paraguai. Minha família era de tecelões, para os uniformes. O forte de Ibicaba era a introdução do café em bases modernas, com mão-de-obra importada da Alemanha e da Suiça. Fazenda de propriedade do Senador Vergueiro e do Brigadeiro Luiz Antonio. O internauta paulistano dirá: mas isso não é uma fazenda; é uma esquina. Não por caso, esquina famosa do centro velho de São Paulo . Deixo para depois a história deEstadão Ibicaba e o fio da meada puxado de Limeira até Tambaú, via Pirassununga.

Nasci em Tambaú, em 21 de dezembro de 1936. Ali trabalhei e estudei até 1955. Fui bóia-fria aos sete anos de idade. Desembarquei em São Paulo com a roupa do corpo, literalmente empurrado pelo Padre Donizetti Tavares de Lima (1890-1961), meu gurú espiritual (e profissional). Ele me orientou para estudar Sociologia na USP e "fazer carreira no jornalismo", Eu queria seguir carreira no magistério, tal como fizeram dois brilhantes colegas de turma: Francisco Weffort e Ruth Cardoso.

Acabei resvalando para o jornalismo, entrando pela porta da imprensa esportiva já em 1957, ainda cursando a USP. Fiz futebol nos jornais O Esporte e Diário Popular e na rádio Panamericana(que virou Jovem Pan). Em 1962, sociólogo formado, troquei o jornalismo esportivo pelo jornalismo econômico. Inicialmente, como redator de estudos de viabilidade econômica para projetos desenvolvidos por uma consultoria de São Paulo.

Em 1966, pelas mãos de Gilberto Adrien, diretor comercial da Folha de S.Paulo, fui resgatado pelo jornalismo diário para lançar uma editoria de Automóveis no caderno de Classificados. RevistasReferência: uma tese acadêmica na USP, nota 10, de minha autoria, datada de 1962, monitorada pelos professores Azis Simão e Fernando Henrique Cardoso, versando sobre "Adaptação da Mão-de-Obra Nordestina na Indústria Automobilística de São Paulo".

A cobertura do mercado de automóveis ganhou luz própria e acabei premiado, em 1968, com a nomeação para o cargo de Editor de Economia da Folha de S.Paulo. Onde encontrei tempo e espaço para lançar minha coluna diária em 7 de janeiro de 1970. A mesma coluna foi, por anos, publicada simultaneamente por quase meia centena de jornais brasileiros, com timbre da Agência Estado. Troquei a Folha de S.Paulo pelo O Estado de S.Paulo em agosto de 1991, juntamente com Paulo Francis.

ChargeA coluna diária foi meu pau-da-barraca profissional. Com ela, desbravei o economês, vulgarizei a informação econômica, fui chamado nos meios acadêmicos enciumados de "Chacrinha da Economia", virei patrono e paraninfo de 157 turmas de formandos em Economia, Administração, Engenharia, Agronomia, Direito - bem mais que Dom Helder, Dom Evaristo, Tristão de Athayde, Chateaubriand, Juscelino...

A coluna diária - ininterrupta, até 30 de janeiro de 2004, - igualmente foi meu trampolim para inaugurar, ainda em 1970, a informação econômica diária em rádio (Jovem Pan, Gazeta, Bandeirantes e CBN) e em televisão (Gazeta, Record, Bandeirantes e Globo, nesta a partir de agosto de 1985, até julho de 2003, passando pelo "Espaço Aberto" na GloboNews, e de volta à Bandeirantes, em março de 2004.

Multimídia há três décadas, ataquei também de livros com "Na Prática a Teoria é Outra"(1973) e "Os Juros Subversivos"(1985) e dezenas de ensaios para revistas semanais, como um muito especial, tratando dos efeitos da inflação, "Párias do Quatrilhão", para a "Veja" do Natal de 1996.

Outra atividade profissional de grande peso em minha carreira é a de conferencista no Brasil e no Exterior. Realizo, em média, oito palestras por mês em empresas, convenções, simpósios, congressos e seminários. Onde eu me reencontro com a profissão que pretendia seguir nos tempos da USP: o magistério.

ChargeSim, trabalho e estudo 15 horas por dia, desde minha infância em Tambaú. Minha mulher, Lucila, segura a prensa desde nosso casamento indissolúvel, em 14 de abril de 1963. E meus dois filhos, Gianfranco, publicitário e webmaster, e Mauro, comentarista esportivo de jornal e televisão, também trabalham, pesquisam e estudam hoje 15 horas por dia.
Aqui neste Perfil, farei desfilar um vasto material em texto, som e imagem do que andei fazendo nestes mais de 40 anos de jornalismo. Com pelo menos uma dezena de histórias pessoais que mostram que o jornalismo econômico, entre outras coisas, é também uma profissão fisicamente perigosa. Um dia eu conto.
São Paulo, fevereiro 2004





Capa Vip




quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A FILHA DO DIRETOR DO CIRCO - Baronesa Ferdinande von Brackel

Ferdinande Maria Theresia Freiin von Brackel. Der Tochter des Kunstreiters. J. B. Bachem. Köln. 1875

GOOD FLOWERS


Ferdinande Maria Theresia Freiin von Brackel (* 24. Novembro de 1835 in Welda; † 4. Janeiro de  1905 in Paderborn - Alemanha) foi uma escritora que também publicou livros com o pseudonimo E. Rudorf.  Publicou 20 livros sendo traduzido em portugues somente o livro Die Tocher des Kunstreiters, publicado na Alemanha em 1875 e publicado no Brasil pela Typographia ds "Vozes de Petropolis" em 1913. Tendo seguidas reedições pela então editora Vozes. O tradutor foi Isocrates, traducao feita da 25 ed em alemao foi ajudado por Maria Eugenia de Affonso Celso, filha do escritor e conde Affonso Celso.

Bibliografia
  • Am Heidstock, 1881
  • Aus fernen Landen
  • Daniella, 1879
  • Die Enterbten
  • Gedichte
  • Heinrich Findelkind
  • Im Streit der Zeit
  • Der Lenz und ich und du
  • Letzte Ernste
  • Mein Leben. Autobiographie
  • Nicht wie alle anderen
  • Nora
  • Prinzeß Ada
  • Der Spinnlehrer von Carrara
  • Die Tochter des Kunstreiters, 1875
  • Vom alten Stamm
  • Wem gebührt die Palme


CapaDie Tochter des Kunstreiters


Este livro é disponível no site do Projeto Gutemberg - A filha do diretor do circo - edição em alemão

___________
Artigo em alemão referente as comemorações de 175 anos de nascimento da escritora católica - Ferdinande von Brackel (http://www.nw-news.de/lokale_news/warburg/warburg/4010486_Aus_der_Feder_der_Ferdinande.html)

Aus der Feder der Ferdinande
Vor 175 Jahren wurde die Schriftstellerin Ferdinande von Brackel in Welda geboren

VON MARTIN STOLZENAU UND SANDRA WAMERS


Lesestunde | FOTO: SANDRA WAMERS

Welda/Warburg. Cuno Freiherr von Brackel setzt sich auf sein Sofa im Arbeitszimmer und klopft auf das dicke Polster: "Darauf hat schon Ferdinande von Brackel gesessen", freut sich der Urgroß-Neffe der berühmten Schriftstellerin. Links neben dem Sofa an der sonnengelben Wand hängt das Bildnis der Baronesse von Brackel, die am heutigen Tag vor genau 175 Jahren in Schloss Welda geboren wurde.

Ferdinande von Brackel gilt unter Literaturwissenschaftlern als die "talentvollste und bedeu-tendste der katholischen Schriftstellerinnen" in der zweiten Hälfte des 19. Jahrhunderts. Viele ihrer Leser zählen ihre Schöpfungen zu den "besten Leistungen des weiblichen Schrifttums überhaupt". Damit ging die Autorin mit einem großen Interesse für soziale Fragen in die deutsche Literaturgeschichte ein. Trotzdem sucht man ihren Namen im Unterschied zu Annette von Droste-Hülshoff aus dem benachbarten Münster in den wichtigsten literaturwissenschaftlichen Nachschlagewerken vergeblich.

Die Freiin wurde am 24. November 1835 auf Schloss Welda geboren. Ihr Vater war ein reicher Gutsbesitzer, der seinen Kindern viele Freiräume gab. Tochter Ferdinande war ein kränkliches Kind, das vom Dorfpfarrer unterrichtet wurde und früh eine innige Beziehung zur Literatur entwickelte. Sie las viel, begeisterte sich für die Schöpfungen von Emanuel Geibel, der in romantischer Verklärung dichtete sowie als Übersetzer antiker Literatur Verdienste erwarb. Sie verfasste schon früh eigene Gedichte analog zu ihrem Vorbild. Dazu schrieb sie als 17-Jährige ihren ersten Roman. Die Familie tolerierte die literarischen Ausflüge der Freiin, die sich krankheitsbedingt lange auf das heimische Schloss und die Heimatregion beschränkte.

Info

Werke und Würdigungen

Neben Annette von Droste-Hülshoff gilt Ferdinande Maria Theresia Freiin von Brackel als berühmteste Schriftstellerin Westfalens. In "Die Warte" Nr. 27 von 1966 wurde ihr Werk ausführlich gewürdigt. Danach wurde die Autorin auch im Westfälischen Literaturführer aufgenommen. Die Baronesse veröffentlichte über 20 Bücher. Eine Auswahl: Am Heidstock, Aus fernen Landen, Daniella, Die Enterbten, Heinrich Findelkind, Im Streit der Zeit, Der Lenz und ich und du, Letzte Ernste, Nicht wie alle anderen, Prinzeß Ada, Der Spinnlehrer von Carrara, Die Tochter des Kunstreiters, Vom alten Stamm, Wem gebührt die Palme. Darüber hinaus schrieb von Brackel eine Autobiographie unter dem Titel "Mein Leben". (sw)

In den Kriegsjahren 1864, 1866 und 1870 begeisterte sie sich politisch für ein starkes Preußen als Führungsmacht in Deutschland und für die Reichseinigung unter preußischer Führung. Die deutsche Einigung war ihr sehr wichtig. Dazu gesellten sich im wachsenden Maße sozialkritische Fragen aus einer kirchlichen Sicht. Das schlug sich in Versen und in Prosa nieder, was ihr das Lob bekannter Schriftstellerkollegen bis hin zu Emanuel Geibel eintrug.

Die Schriftstellerei war für eine Frau und noch dazu für eine Freiin schon aus Standesgründen eher ungewöhnlich. Entsprechende Vorurteile hatte auch bereits Annette von Droste-Hülshoff erfahren. Ferdinande von Brackel hatte weit weniger Selbstbewusstsein als die Kollegin. Doch an Hartnäckigkeit stand sie ihr nicht nach. Nachdem sie sich zuerst verstärkt der Versdichtung gewidmet hatte, lag in der zweiten Lebenshälfte das Schwergewicht auf der Prosa. Mit Erfolg.

Nach "Heinrich Findelkind" brachte ihr der Roman "Die Tochter des Kunstreiters", der 1875 erschien, den großen Durchbruch. Schlagartig war die aufstrebende Autorin in aller Munde. Es gab Nachauflagen und das Buch wurde in fünf Sprachen übersetzt. Ein internationalen Bestseller. Die kränkliche Freiin, die die Gesellschaft eigentlich scheute und schriftstellerte, war nun wer. Von der "Tochter des Kunstreiters" schwärmt auch ihr Ahne, Cuno von Brackel: "Eine tolle Liebesgeschichte."

Der 62-jährige Jurist ist ihr Sammler. Über 100 Bücher der Baronesse hat er in seiner Bibliothek, ebenso viele Manuskripte. "Sie schrieb nicht nur viel, sondern auch sehr groß", erzählt von Brackel. Ihre Schreiberei hatte Ferdinande auch einen Spitznamen eingebracht. "Die Tinte hat ihr Onkel, der Jesuiten-Pater Franz, sie genannt." Die Autorin starb 1905 in Paderborn. Ihr Grab ist in Welda.


-------------
 Edição em espanhol







La hija del         director de    circo : Noverla orig. / Baronesa Fernanda de Brackel. Trad. española por Eloíno Nácar Fuster. 4 ed. Barcelona: Herder. 1946. 405 p.
_______________________________

Edição Inglesa









































__________________

EDIÇÕES BRASILEIRAS -  A FILHA DO DIRETOR DO CIRCO





http://www.sebodomessias.com.br/loja/imagens/produtos/produtos/61/614571_441.jpg
Typographia das Vozes de Petropolis. 1913. 1 ed. 738 p.








11 ed. 1961. 510 p







Ferdinande von Breckel. 11 ed. Editora Vozes.1961. 509 p





  12 ed. Vozes. 1971. 452 p.











1209 Livro - F Von Brackel: A Filha Do Diretor Do Circo
Adicionar legenda



Sinopse



________
Mercado Editorial: Este livro e considerado raro ou rarissimo paradoxalmente as edições mais recentes dos anos 80 tem maior preço que as edições mais antigas. Tem valores variando entre R$ 20-30 para as edições dos anos 20-30 e valores acima de R$ 100 para as edições dos anos 80.